quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O (meu) tempo não para.

Disparo contra o solSou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas Eu sou o cara
Cansado de correrNa direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não páraNão pára, não, não pára

[Cheguei hoje, mais uma maravilhosa viagem com pessoas maravilhosas. "Isso que é o bom da vida galera, andar no mato, nadar pelado, ver o nascer do sol...estar com quem a gente gosta!"

Um comentário:

Rodrigo Rocha Fortaleza disse...

inveja branca de vc...
Morrendo de saudades vamos nos ver amanhã entao!
saudades!
te amo!